quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Cúpula do clima tem injeção de ânimo
A última semana da COP-16 começou com uma injeção de ânimo para as mais de 190 nações que participam da conferência. A chegada dos ministros do Ambiente a Cancún permitiu que as discussões fossem adiante. No fim de semana, novos textos para servir de base para as discussões entre os países foram redigidos. Eles tiveram boa aceitação. "Esses textos cobrem todos os elementos para termos um pacote balanceado, e isso é bom", disse Connie Hedegaard, comissária do clima da União Europeia

'Não adianta assumir metas, tem que cumprir'
A senadora Marina Silva, da Comissão de Meio Ambiente do Senado, deu entrevista pouco antes de embarcar para a COP-16: "Estamos propondo que o governo se comprometa a fazer, além de inventários, estimativas sobre suas emissões de carbono. Essas estimativas podem ser anuais. Queremos também criar um indicador de evolução das emissões. Assim como medimos a inflação e o PIB, precisamos medir as emissões de gases de efeito estufa. A ideia é que esse indicador seja inversamente proporcional ao crescimento do país, pois, enquanto o Brasil cresce, as emissões precisam cair. Defendo que tenhamos uma Agência Reguladora do Clima e que haja adoção dos Planos setoriais (por setores econômicos). Por fim, o Brasil deve ter uma meta absoluta de redução a ser atingida até 2020, e fixada em decreto. E tudo precisa ser transparente" - O Globo

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