Depois de
três horas de reunião com a presidente eleita Dilma Rousseff, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, decidiu aceitar o convite para permanecer no cargo do governo. De acordo com o Estadão, a partir do próximo ano, a pasta será desidratada, e deve deixar de supervisionar o setor de aviação civil. Dilma considera importante que Jobim continue na Defesa para dar seguimento às ações iniciadas na gestão de Lula, como a reorganização e o fortalecimento das Forças Armadas. Um dos projetos, que estão em análise pela equipe de transição, coloca toda a área de aviação civil em uma secretaria ligada diretamente à Presidência da República.
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